Uma Comparação entre Lula, FHC, Dilma e Serra na Puc-Rio

Painel comparativo elaborado por Miguel Freitas, do Centro de Estudos em Telecomunicações (CETUC) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

 

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2 Comentários to “Uma Comparação entre Lula, FHC, Dilma e Serra na Puc-Rio”

  1. FHC NÃO FOI PREFEITO NEM GOVERNADOR. LULA TAMBÉM NÃO, MAS É O MELHOR presidente QUE ESSE PAÍS JÁ TEVE.

    DILMA FOI MINISTRA POR TEMPO EQUIVALENTE AO DO SEU OPONENTE (que
    nunca termina o serviço, porque não termina o mandato).

    SE ELEITO, SERRA JÁ ESTARIA PENSANDO EM IR PARA A ONU (risos) !!!!

    PORQUE O SERRote PENSA QUE É MELHOR DO QUE TODO O MUNDO ?

    SÓ PORQUE FOI PREFEITO E GOVERNADOR ???

    É PRECISO DESCONSTRUIR ESSA HISTÓRIA.

    NÃO HÁ MOTIVO PARA SERRA SE AUTO-DECLARAR SUPERIOR.

    DILMA TEM UMA TRAJETÓRIA VITORIOSA e É COMPETENTE. SE DESINCUMBIU BEM DE TODAS AS MISSÕES (INCLUSIVE A DE “PRIMEIRA MINISTRA”).

    PENSEMOS BEM. DIA DIA 31, É 13. NO DIA D, DILMA !!!

    O OBSCURANTISMO NÃO VENCERÁ !!!

    ABÇ, CLÁUDIO MENEZES

  2. É essa comparação que leva à campanha populista denunciada por um eleitor tucano, conforme reprodução abaixo de um comentário de Ruy Garcia no Luis Nassif Online:

    Envio link para um texto dirigido aos eleitores indecisos. Nele são questionadas algumas afirmações recorrentes, de cunho negativista, relativamente ao governo Lula, além de ser abordada a feição fascistóide assumida pela candidatura Serra.

    http://www.idelberavelar.com/archives/2010/10/para_voce_eleitor_indeciso_por_ricardo_lins_horta.php#comments.

    Transcrevo também um comentário à postagem, feito por um eleitor do PSDB, que revela o desencanto que tomou conta de parte do eleitorado tucano pela campanha tucana.

    “Desde que me lembro, eu fui eleitor do PSDB 45 – desde a campanha do Presidente de 89, assisti com emoção a virada histórica contra o Maluf da campanha para governador, votei no Fernando Henrique nas duas vezes em que disputou a presidência, lembro com tristeza quando ele perdeu do Jânio e ele passou desinfetante na cadeira onde ele sentou, me lembro da época em que se defendiam altos valores, como o parlamentarismo, durante o plebiscito nacional.

    Porém, é estarrecedor o que estamos assistindo em 2010. Nem em nossos maiores pesadelos, a coisa tomaria este rumo.
    Em uma campanha presidencial marcada pela apuração de escândalos de compreensão um tanto complexa para o eleitor, é de causar espanto a falta de olhar crítico para as promessas do candidato José Serra, impraticáveis diante dos paradigmas de gestão tucanos. O presidenciável promete elevar para 600 reais o salário mínimo, hoje em 518 reais, reajustar em 10% as aposentadorias e pensões pagas pelo INSS e criar um 13º pagamento para o Bolsa Família. O rosário é mais comprido, mas não é preciso acompanhar o devaneio para revelá-lo como tal.

    Consta no Orçamento de 2011 a proposta de elevar o salário mínimo para 538,14 reais. Serra propõe desembolsar 61,86 reais a mais por assalariado, para atingir os 600 reais. Apenas essa promessa de campanha custaria, portanto, 12,3 bilhões de reais. O montante é próximo ao orçamento total do programa Bolsa Família, atualmente em 13,7 bilhões de reais. Aliás, criar uma parcela a mais para o programa acrescentaria 1,14 bilhão de reais ao cálculo – em valores correntes. Finalmente, há o reajuste dos benefícios da Seguridade Social. Nesse caso, apelo ao cálculo do economista do Ipea Marcelo Caetano, que avaliou em 6,2 bilhões de reais o esforço adicional exigido pelo presente oferecido pelo tucano aos aposentados e pensionistas.

    Acompanharam? No total, as promessas de campanha de Serra – uma vez eleito, e uma vez cumpridas – custariam a bagatela de 19,6 bilhões de reais aos cofres públicos. Há outros meios, talvez até mais precisos, de se realizar esse cálculo, mas dificilmente a cifra final será menos portentosa.

    Pode se argumentar de que tal cifra seria alcançada ao demitir os funcionários petistas. Só que, quando damos conta do que são 20 bilhões, a conta não parece fechar. Este tipo de proposta populista e demagógica, era muito mais a cara dos adversários políticos do PSDB, como o Garotinho.

    Pode se torcer para que as promessas fiquem apenas na ficção, como aquele documento onde o Serra se comprometia a não sair da prefeitura para disputar o Governo de São Paulo.

    O nosso sonho dourado é votar em Serra, com a imagem marqueteira de um “populista eclesiástico conservador”, como um Jânio ou um Garotinho, e ganhar um Covas, um Montoro. Mas a imagem real de um pesadelo é sonhar que votamos em um Mário Covas, e ganharmos um político retrógrado e demagogo, como costumavam ser nossos mais ferrenhos adversários, do outro lado da Arena, como aquela turma do “Centrão” (vocês se lembram?), um Maluf cercado de empreiteiras de todos os lados, um doido como um Jânio. E ainda por cima, com um Índio no colo.

    Por que, se ele resolve CUMPRIR as suas AMEAÇAS de campanha, PARA QUEM VOCÊS ACHAM QUE VAI SOBRAR A CONTA ?? Quem vai sofrer com o aumento dos impostos ?

    Na boa – estou pensando seriamente em aproveitar MESMO o feriado, e emendar desde o começo do final da semana.”

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