Archive for ‘Política’

27 outubro 2010

Depoimento do Ministro Fernando Haddad

26 outubro 2010

Um Pedido Singelo de Miguel Nicolelis

Veja também: Miguel Nicolelis, que defende “soberania intelectual” do Brasil, anuncia apoio a Dilma Rousseff

 

Uma coisa estranha aconteceu na noite passada em Natal

por Miguel Nicolelis, especial para o Viomundo

Desde que cheguei ao Brasil, há duas semanas, eu vinha sentindo uma sensação muito estranha. Como se fora acometido por um ataque contínuo da famosa ilusão, conhecida popularmente como déjà vu, eu passei esses últimos 15 dias tendo a impressão de nunca ter saído de casa, lá na pacata Chapel Hill, Carolina do Norte, Estados Unidos.

Mas como isso poderia ser verdade? Durante esse tempo todo eu claramente estava ou São Paulo ou em Natal. Todo mundo ao meu redor falava português, não inglês. Todo mundo era gentil. A comida tinha gosto, as pessoas sorriam na rua. No aeroporto, por exemplo, não precisava abrir a mala de mão, tirar computador, tirar sapato, tirar o cinto, ou entrar no scan de corpo todo para provar que eu não era um terrorista.  Ainda assim, com todas essas provas evidentes de que eu estava no Brasil e não nos EUA, até no jogo do Palmeiras, no meio da imortal “porcada”, a sensação era a mesma: eu não saí da América do Norte! Mesmo quando faltou luz na Arena de Barueri durante o jogo, porque nem a 25 km da capital paulista a Eletropaulo consegue garantir o suprimento de energia elétrica para um prélio vital do time do coração do ex-governador do estado (aparentemente ninguém vai muito com a cara dele na Eletropaulo. Nada a ver com o Palmeiras), eu consegui me sentir à vontade.

Custou-me muito a descobrir o que se sucedia.

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26 outubro 2010

A atuação pífia de Serra no Ministério da Saúde, segundo Prof. Emérito da Unicamp

Reprodução de http://www.viomundo.com.br/politica/cerqueira-leite-uma-atuacao-pifia.html

 

Genéricos e outros mistérios

Como consequência da Guerra das Malvinas, quando a Argentina, por ter abdicado da produção própria de fármacos, ficou desabastecida de medicamentos, o governo militar brasileiro aprovou um programa, por mim proposto, de desenvolvimento dos princípios ativos (fármacos) dos 350 remédios constituintes da farmácia básica nacional.

* Por Rogério Cezar de Cerqueira Leite, na Folha, via Vermelho

Estimava-se que, em dez anos, seria possível desenvolver, por engenharia reversa, pelo menos 90% desses produtos. De fato, em pouco mais de três anos, cerca de 80 processos já haviam sido desenvolvidos e 20 produtos já estavam sendo produzidos e comercializados por empresas brasileiras.

O sucesso inicial desse projeto permitiu que fosse iniciada por mim, nesta Folha, uma campanha de esclarecimento sobre medicamentos genéricos, o que não teria sentido sem a produção própria de fármacos.

Precipitadamente, o governo Itamar Franco tentou lançar a produção de genéricos. O poderoso cartel de multinacionais de medicamentos se insurgiu. Ameaçou-nos de desabastecimento, de verdadeira guerra. Derrotou e humilhou o Ministério da Saúde.

Poucos anos depois, esse cartel não somente cedeu prazerosamente ao ministro José Serra, então na pasta da Saúde, como até fez dele seu “homem do ano”.

Seria o costumeiro charme do ministro? Seu sorriso cândido? Senão, qual o mistério?

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26 outubro 2010

Carta Aberta de Prof. Emérito da UFF a Fernando Henrique Cardoso

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17113

 

Theotonio dos Santos

Carta aberta a Fernando Henrique Cardoso

O plano Real não derrubou a inflação e sim uma deflação mundial que fez cair as inflações no mundo inteiro. A inflação brasileira continuou sendo uma das maiores do mundo durante o seu governo. O real foi uma moeda drasticamente debilitada. Isto é evidente: quando nossa inflação esteve acima da inflação mundial por vários anos, nossa moeda tinha que ser altamente desvalorizada. De maneira suicida ela foi mantida artificialmente com um alto valor que levou à crise brutal de 1999. Outro mito é que seu governo foi um exemplo de rigor fiscal. Um governo que elevou a dívida pública do Brasil de 60 bilhões de reais em 1994 para mais de 850 bilhões, oito anos depois, é um exemplo de rigor fiscal? O artigo é de Theotonio dos Santos.

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26 outubro 2010

Reitor da UFRJ: “Neste ano, o orçamento […] é superior a R$ 200 milhões. […] Isso nos permite planejar nossas atividades”

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=133437&id_secao=2

Aloísio Teixeira e o quadro assustador da educação superior

Há sete anos, completados no dia 1º, no comando da principal instituição de ensino federal do país, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o economista carioca Aloísio Teixeira contabiliza avanços, mas ainda enxerga um quadro assustador nos números do ensino superior do país, em entrevista publicada no caderno Eu & Fim Semana do jornal Valor, que o Vermelho reproduz abaixo.

Apenas 13% dos jovens entre 18 e 24 anos estão matriculados em faculdades, número que, segundo ele, é menos da metade da média do restante da América Latina (32%) e está a anos-luz dos 60% da Europa e dos Estados Unidos.

“Se a gente não recupera isso, estará condenando o país a não ter futuro”, afirma em sua segunda entrevista ao Valor, quase sete anos depois da primeira, quando tomou posse. Ao menos na própria UFRJ, o quadro melhorou muito. Teixeira assumiu correndo ao gabinete do então ministro da Educação, Cristóvão Buarque, para pedir verba de emergência. O orçamento da UFRJ em 2003 era de R$ 40 milhões, R$ 20 milhões dos quais para pagar a conta de luz. Neste ano ele administra uma verba orçamentária superior a R$ 200 milhões, sem contar recursos de outras origens.

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22 outubro 2010

Professor do IE-Unicamp Analisa os Motores da Elevação do Crescimento Econômico no Governo Lula

Fonte: Luis Nassif Online

 

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito

André M. Biancareli

(professor do IE-Unicamp)

É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens, cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no mercado de crédito e na distribuição de renda. Tratemos do primeiro deles.

 

http://www.advivo.com.br/sites/default/files/documentos/mitos_6_credito_0.pdf

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito
André M. Biancareli
(professor do IE-Unicamp)
Além de pautar a sua campanha no segundo turno por discussões e práticas políticas
com as quais o Brasil não imaginava (e não merecia) ter que conviver, a candidatura de
oposição tem contornado o debate econômico. Quando este aparece, é na forma de propostas
eleitoreiras que devem (ou deveriam) fazer corar os seus apoiadores na comunidade de
economistas e analistas econômicos. Principalmente os muitos deles que passaram os últimos
oito anos alertando para o descalabro e o descontrole nas contas públicas.
Outras discussões poderiam vir à tona. Por exemplo, acerca dos motores da elevação
do crescimento econômico conquistada pelo governo Lula. Sobre isso, de vozes tucanas,
ouve-se apenas a repetição do mantra da “continuidade” da política econômica anterior e/ou
do ambiente internacional melhor. O crescimento (ou não) da economia certamente é um
fenômeno complexo, com muitas causas – e que por isso mesmo não deveria ser objeto de
explicações tão simplistas.
É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas
contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a
se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens,
cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica
internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda
doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns
processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no
mercado de crédito e na distribuição de renda.
Tratemos do primeiro deles. Não há capitalismo, nem muito menos capitalismo
dinâmico, sem crédito. Para financiar o consumo, o funcionamento e principalmente os
investimentos das empresas, a existência de uma oferta ampla e barata de crédito é prérequisito
essencial. Estamos ainda longe desse cenário ideal, mas não há como negar as
notáveis melhoras. O Gráfico 1 mostra, de forma eloquente, o contraste entre os períodos Lula
e Fernando Henrique no que se refere a esse aspecto fundamental do desenvolvimento.
O governo tucano, tendo assumido o país com a relação crédito/PIB em quase 37%
(que representava um pico decorrente dos efeitos do Plano Real recém-lançado), assiste ao
declínio, com solavancos, desse indicador até os 26% de dezembro de 2002. Já o registro da
gestão petista – depois de uma perda adicional de quase dois pontos percentuais até o
primeiro trimestre de 2004 – é o da elevação praticamente contínua durante mais de seis anos,
até o nível recorde de 46,2% do último dado disponível. Para que não reste dúvida: o
contraste é entre uma perda de 11 pontos percentuais do PIB e um ganho de mais de 20 pp.
19 outubro 2010

Campanha pró-Dilma intensifica agenda nas universidades cearenses

Fonte: Vermelho

 

Promover um debate de alto nível com os universitários para mostrar qual projeto de governo que realmente tem compromisso com o ensino superior. Este é o principal objetivo do comitê “Universidades com Dilma”, formado por estudantes de nível superior de várias instituições de ensino do Ceará.

O grupo já esteve na Universidade Federal do Ceará (UFC – Campus do Benfica), na Universidade Estadual do Ceará (Itaperi) e na Universidade de Fortaleza (Unifor), sempre acompanhados de parlamentares de partidos aliados.

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19 outubro 2010

Uma Comparação entre Lula, FHC, Dilma e Serra na Puc-Rio

Painel comparativo elaborado por Miguel Freitas, do Centro de Estudos em Telecomunicações (CETUC) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

 

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