Archive for ‘Universidade’

29 outubro 2010

A expansão das universidades federais

Fonte:Luis Nassif Online

Do Valor

Caixa das universidades federais soma R$ 20 bi

Luciano Máximo | De São Paulo
29/10/2010

As 57 universidades federais brasileiras terminam 2010 com um caixa de R$ 19,7 bilhões – já descontado o pagamento de aposentadorias e pensões. O valor é o mais elevado em duas décadas e representa um salto de quase 120% na comparação com o orçamento verificado em 2005, de acordo com números compilados pelo professor Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás (UFG), e pelo Ministério da Educação (MEC).

Os últimos cinco anos ficaram marcados pela execução das duas fases do programa federal de interiorização das instituições de ensino superior e de expansão da oferta de vagas e cursos, da contratação de professores e funcionários e dos investimentos para ampliação da infraestrutura da rede, com novos prédios de salas de aula, laboratórios e equipamentos. O aumento do orçamento das universidades sucede um longo período de estabilidade orçamentária, que durou 11 anos, entre 1995 e 2005.

servador do desempenho orçamentário das universidades federais desde 1989, o professor Amaral lembra que, apesar da recente evolução, os recursos destinados a investimentos precisam crescer, pois são bem inferiores aos gastos com salários, aposentadorias, pensões e até manutenção. Segundo a execução orçamentária de toda a rede, dos R$ 22,1 bilhões do orçamento integral de 2009 (incluindo inativos), R$ 1,4 bilhão (6,5%) foi a rubrica capital, destinada à ampliação da infraestrutura ou aquisição de equipamentos. Folha de pagamento e inativos representam fatia que supera 80% do caixa das universidades.

“Gastos com salários são importantes, porque mão de obra é a maior riqueza de uma universidade. Ainda assim, o crescimento é o maior dos últimos anos e ajudou a superar o período de estagnação no custeio e investimento durante os oito anos do governo FHC. Muitas universidades ficaram endividadas”, diz Amaral.

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28 outubro 2010

Ricardo Carneiro, Prof. Titular da Unicamp, compara as políticas de aumento do salário mínimo nos governo FHC e Lula

Por Ricardo Carneiro

Com freqüência, economistas e próceres tucanos afirmam que as políticas sociais do Governo Lula – aquelas que deram certo, claro – bem como a política de aumento expressivo e continuado do salário mínimo teriam tido suas origens no governo FHC . Assim, o Governo Lula teria simplesmente dado continuidade ou, no máximo, aperfeiçoado essas iniciativas. Há enorme literatura a respeito das políticas sociais que desmentem esse mito. Nesse artigo, mostraremos o equívoco dessa tese no que se refere ao salário mínimo.

Veja mais em: mitos_tucanos_7_0

27 outubro 2010

Depoimento do Ministro Fernando Haddad

26 outubro 2010

Carta Aberta de Prof. Emérito da UFF a Fernando Henrique Cardoso

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17113

 

Theotonio dos Santos

Carta aberta a Fernando Henrique Cardoso

O plano Real não derrubou a inflação e sim uma deflação mundial que fez cair as inflações no mundo inteiro. A inflação brasileira continuou sendo uma das maiores do mundo durante o seu governo. O real foi uma moeda drasticamente debilitada. Isto é evidente: quando nossa inflação esteve acima da inflação mundial por vários anos, nossa moeda tinha que ser altamente desvalorizada. De maneira suicida ela foi mantida artificialmente com um alto valor que levou à crise brutal de 1999. Outro mito é que seu governo foi um exemplo de rigor fiscal. Um governo que elevou a dívida pública do Brasil de 60 bilhões de reais em 1994 para mais de 850 bilhões, oito anos depois, é um exemplo de rigor fiscal? O artigo é de Theotonio dos Santos.

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26 outubro 2010

Reitor da UFRJ: “Neste ano, o orçamento […] é superior a R$ 200 milhões. […] Isso nos permite planejar nossas atividades”

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=133437&id_secao=2

Aloísio Teixeira e o quadro assustador da educação superior

Há sete anos, completados no dia 1º, no comando da principal instituição de ensino federal do país, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o economista carioca Aloísio Teixeira contabiliza avanços, mas ainda enxerga um quadro assustador nos números do ensino superior do país, em entrevista publicada no caderno Eu & Fim Semana do jornal Valor, que o Vermelho reproduz abaixo.

Apenas 13% dos jovens entre 18 e 24 anos estão matriculados em faculdades, número que, segundo ele, é menos da metade da média do restante da América Latina (32%) e está a anos-luz dos 60% da Europa e dos Estados Unidos.

“Se a gente não recupera isso, estará condenando o país a não ter futuro”, afirma em sua segunda entrevista ao Valor, quase sete anos depois da primeira, quando tomou posse. Ao menos na própria UFRJ, o quadro melhorou muito. Teixeira assumiu correndo ao gabinete do então ministro da Educação, Cristóvão Buarque, para pedir verba de emergência. O orçamento da UFRJ em 2003 era de R$ 40 milhões, R$ 20 milhões dos quais para pagar a conta de luz. Neste ano ele administra uma verba orçamentária superior a R$ 200 milhões, sem contar recursos de outras origens.

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24 outubro 2010

Panaceia Tucana

Fonte: Blog do Kayser

A Universidade Pública entra nesse receituário como gastos ou como candidata à privatização?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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23 outubro 2010

Análise de professor da UFSM/Cesnors contesta reportagem do Jornal Nacional

Fonte: http://www.cesnors.ufsm.br/analise-de-professor-da-ufsm-cesnors-contesta-reportagem-do-jornal-nacional-1, também reproduzido em Viomundo

José Meira da Rocha, professor de Jornalismo Gráfico da UFSM/Cesnors entra na polêmica que ganhou a mídia e a campanha presidencial nessa semana

Análise de professor da UFSM/Cesnors contesta reportagem do Jornal Nacional Meira explica porque contesta a análise apresentada no Jornal Nacional. Foto: Fábio Pelinson 

Na última quarta-feira, 20, por mais um compromisso na campanha presidencial no Rio de Janeiro, militantes do PT e do PSDB entraram em confronto. Além das discussões e do empurra-empurra, possíveis objetos teriam atingido o canditato tucano, José Serra. O Jornal Nacional da Rede Globo, deu grande repercussão ao ocorrido, analisando as imagens do encontro. A análise foi feita pelo professor Ricardo Molina, que geralmente faz declarações sobre ações da Perícia Criminal Oficial, o que acaba sendo contestado pelos casos em que Molina já se envolveu.
23 outubro 2010

Manifesto Nacional dos 5.000

Clique na imagem para ir para o blog do manifesto.

 

23 outubro 2010

Universidades no Programa de Dilma

No trecho entre 7:44 e 9:10 do vídeo abaixo. Participações de Aloísio Teixeira e Miguel Nicolelis

 

23 outubro 2010

Educação superior em Lula x FHC: a prova dos números

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17109

 

Um jornalista que se apresenta como um dos mais acessados do Brasil pretendeu “desmontar” a política do governo Lula na educação superior. Fiquei interessado no tema. Fui reitor de uma universidade federal durante quatro meses no governo FHC e quase todo o tempo do Governo Lula, o que me permite a rara situação de, na condição de gestor público, poder comparar os distintos cenários de política de educação superior. Minha área de pesquisa é a Epidemiologia. Nessa condição, trabalho com modelagem numérica e técnicas quantitativas de análise, num campo onde exercitamos uma quase obsessiva busca de rigor, validade e credibilidade. O artigo é de Naomar de Almeida Filho.

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22 outubro 2010

Professor do IE-Unicamp Analisa os Motores da Elevação do Crescimento Econômico no Governo Lula

Fonte: Luis Nassif Online

 

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito

André M. Biancareli

(professor do IE-Unicamp)

É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens, cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no mercado de crédito e na distribuição de renda. Tratemos do primeiro deles.

 

http://www.advivo.com.br/sites/default/files/documentos/mitos_6_credito_0.pdf

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito
André M. Biancareli
(professor do IE-Unicamp)
Além de pautar a sua campanha no segundo turno por discussões e práticas políticas
com as quais o Brasil não imaginava (e não merecia) ter que conviver, a candidatura de
oposição tem contornado o debate econômico. Quando este aparece, é na forma de propostas
eleitoreiras que devem (ou deveriam) fazer corar os seus apoiadores na comunidade de
economistas e analistas econômicos. Principalmente os muitos deles que passaram os últimos
oito anos alertando para o descalabro e o descontrole nas contas públicas.
Outras discussões poderiam vir à tona. Por exemplo, acerca dos motores da elevação
do crescimento econômico conquistada pelo governo Lula. Sobre isso, de vozes tucanas,
ouve-se apenas a repetição do mantra da “continuidade” da política econômica anterior e/ou
do ambiente internacional melhor. O crescimento (ou não) da economia certamente é um
fenômeno complexo, com muitas causas – e que por isso mesmo não deveria ser objeto de
explicações tão simplistas.
É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas
contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a
se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens,
cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica
internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda
doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns
processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no
mercado de crédito e na distribuição de renda.
Tratemos do primeiro deles. Não há capitalismo, nem muito menos capitalismo
dinâmico, sem crédito. Para financiar o consumo, o funcionamento e principalmente os
investimentos das empresas, a existência de uma oferta ampla e barata de crédito é prérequisito
essencial. Estamos ainda longe desse cenário ideal, mas não há como negar as
notáveis melhoras. O Gráfico 1 mostra, de forma eloquente, o contraste entre os períodos Lula
e Fernando Henrique no que se refere a esse aspecto fundamental do desenvolvimento.
O governo tucano, tendo assumido o país com a relação crédito/PIB em quase 37%
(que representava um pico decorrente dos efeitos do Plano Real recém-lançado), assiste ao
declínio, com solavancos, desse indicador até os 26% de dezembro de 2002. Já o registro da
gestão petista – depois de uma perda adicional de quase dois pontos percentuais até o
primeiro trimestre de 2004 – é o da elevação praticamente contínua durante mais de seis anos,
até o nível recorde de 46,2% do último dado disponível. Para que não reste dúvida: o
contraste é entre uma perda de 11 pontos percentuais do PIB e um ganho de mais de 20 pp.
22 outubro 2010

A Democratização do Acesso ao Ensino Superior no Governo Lula

O Ministro Fernando Haddad faz um balanço dos avanços no Ensino Superior nos últimos 8 anos, tanto no sistema federal público quanto no sistema privado.

 

Do Blog do Planalto

 

É possível afirmar que o Reuni, o ProUni, os institutos técnicos federais, a Universidade Aberta do Brasil e o Fies são os cinco programas de democratização do acesso que garantem a todos os brasileiros que concluem o ensino médio a possibilidade de ingressar em uma instituição de ensino superior, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na cerimônia de lançamento do Fundo de Garantia do Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e abertura de renegociação dos contratos vigentes, realizada quarta-feira (20/10), em Brasília (DF).

Agora só não vai estudar quem não quiser. O que o seu governo, Presidente, está legando ao País é a possibilidade concreta, real, de nós atingirmos a marca de 10 milhões de universitários no Brasil no próximo período. Eu penso que no capítulo Educação Superior, cumprimos todo o programa de governo sem pular nenhuma linha. Nós não pulamos nenhuma linha nos programas de 2002 e de 2006.

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22 outubro 2010

Professores e Pesquisadores de Filosofia Apoiam Dilma Rousseff para a Presidência da República

Fonte e adesão ao manifesto: https://sites.google.com/site/manifestofilosofosprodilma/

Professores e pesquisadores de Filosofia, abaixo assinados, manifestamos nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Seguem-se nossas razões.
Os valores de nossa Constituição exigem compromisso e responsabilidade por parte dos representantes políticos e dos intelectuais

Nesta semana completam-se vinte e dois anos de promulgação da Constituição Federal. Embora marcada por contradições de uma sociedade que recém começava a acordar da longa noite do arbítrio, ela logrou afirmar valores que animam sonhos generosos com o futuro de nosso país. Entre os objetivos da República Federativa do Brasil estão “construir uma sociedade livre, justa e solidária”, “garantir o desenvolvimento nacional”, “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”.

A vitalidade de nossa República depende do efetivo compromisso com tais objetivos, para além da mera adesão verbal. Por parte de nossos representantes, ele deve traduzir-se em projetos claros e ações efetivas, sujeitos à responsabilização política pelos cidadãos. Dos intelectuais, espera-se o exame racionalmente responsável desses projetos e ações.

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21 outubro 2010

MANIFESTO: A UFRN VOTA DILMA

“Somos do tecido com o qual se fazem os sonhos”. Shakespeare.

 

O Governo do Presidente Lula promoveu significativas mudanças sociais, políticas e econômicas no Brasil. Atualmente, há mais pessoas consumindo, maior dinâmica econômica e programas sociais que ampliam a cidadania. Maior distribuição de renda, aumento do poder de compra do salário mínimo, geração recorde de empregos, expansão dos investimentos em saúde e educação, crescimento do PIB e ganho de credibilidade no mercado externo são alguns dos indicadores que demonstram os avanços vividos pela nação brasileira.

Muita coisa melhorou e as mudanças são visíveis no dia-a-dia dos(das) brasileiros(as). Durante o Governo Lula, 28 milhões de pessoas saíram da miséria extrema e 36 milhões ascenderam à classe média. Isto só foi possível graças a execução de um projeto político que retomou a capacidade da ação do Estado, tornando-o capaz de intervir na economia e fazer frente aos problemas sociais.

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