Posts tagged ‘Lula’

28 outubro 2010

Ricardo Carneiro, Prof. Titular da Unicamp, compara as políticas de aumento do salário mínimo nos governo FHC e Lula

Por Ricardo Carneiro

Com freqüência, economistas e próceres tucanos afirmam que as políticas sociais do Governo Lula – aquelas que deram certo, claro – bem como a política de aumento expressivo e continuado do salário mínimo teriam tido suas origens no governo FHC . Assim, o Governo Lula teria simplesmente dado continuidade ou, no máximo, aperfeiçoado essas iniciativas. Há enorme literatura a respeito das políticas sociais que desmentem esse mito. Nesse artigo, mostraremos o equívoco dessa tese no que se refere ao salário mínimo.

Veja mais em: mitos_tucanos_7_0

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23 outubro 2010

Educação superior em Lula x FHC: a prova dos números

Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17109

 

Um jornalista que se apresenta como um dos mais acessados do Brasil pretendeu “desmontar” a política do governo Lula na educação superior. Fiquei interessado no tema. Fui reitor de uma universidade federal durante quatro meses no governo FHC e quase todo o tempo do Governo Lula, o que me permite a rara situação de, na condição de gestor público, poder comparar os distintos cenários de política de educação superior. Minha área de pesquisa é a Epidemiologia. Nessa condição, trabalho com modelagem numérica e técnicas quantitativas de análise, num campo onde exercitamos uma quase obsessiva busca de rigor, validade e credibilidade. O artigo é de Naomar de Almeida Filho.

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22 outubro 2010

Professor do IE-Unicamp Analisa os Motores da Elevação do Crescimento Econômico no Governo Lula

Fonte: Luis Nassif Online

 

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito

André M. Biancareli

(professor do IE-Unicamp)

É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens, cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no mercado de crédito e na distribuição de renda. Tratemos do primeiro deles.

 

http://www.advivo.com.br/sites/default/files/documentos/mitos_6_credito_0.pdf

Mitos tucanos e as razões do dinamismo: o crédito
André M. Biancareli
(professor do IE-Unicamp)
Além de pautar a sua campanha no segundo turno por discussões e práticas políticas
com as quais o Brasil não imaginava (e não merecia) ter que conviver, a candidatura de
oposição tem contornado o debate econômico. Quando este aparece, é na forma de propostas
eleitoreiras que devem (ou deveriam) fazer corar os seus apoiadores na comunidade de
economistas e analistas econômicos. Principalmente os muitos deles que passaram os últimos
oito anos alertando para o descalabro e o descontrole nas contas públicas.
Outras discussões poderiam vir à tona. Por exemplo, acerca dos motores da elevação
do crescimento econômico conquistada pelo governo Lula. Sobre isso, de vozes tucanas,
ouve-se apenas a repetição do mantra da “continuidade” da política econômica anterior e/ou
do ambiente internacional melhor. O crescimento (ou não) da economia certamente é um
fenômeno complexo, com muitas causas – e que por isso mesmo não deveria ser objeto de
explicações tão simplistas.
É amplamente reconhecido o fato de que, depois de um início muito beneficiado pelas
contribuições do setor externo, o dinamismo da economia brasileira no governo Lula passou a
se apoiar essencialmente no seu mercado interno – o que propicia enormes vantagens,
cabalmente comprovadas na rápida reação do país depois da mais grave crise econômica
internacional desde os anos 1930. O aquecimento dos grandes componentes da demanda
doméstica – o consumo e, em menor medida, o investimento – está vinculado a alguns
processos complementares. Entre esses, chamam a atenção os fenômenos ocorridos no
mercado de crédito e na distribuição de renda.
Tratemos do primeiro deles. Não há capitalismo, nem muito menos capitalismo
dinâmico, sem crédito. Para financiar o consumo, o funcionamento e principalmente os
investimentos das empresas, a existência de uma oferta ampla e barata de crédito é prérequisito
essencial. Estamos ainda longe desse cenário ideal, mas não há como negar as
notáveis melhoras. O Gráfico 1 mostra, de forma eloquente, o contraste entre os períodos Lula
e Fernando Henrique no que se refere a esse aspecto fundamental do desenvolvimento.
O governo tucano, tendo assumido o país com a relação crédito/PIB em quase 37%
(que representava um pico decorrente dos efeitos do Plano Real recém-lançado), assiste ao
declínio, com solavancos, desse indicador até os 26% de dezembro de 2002. Já o registro da
gestão petista – depois de uma perda adicional de quase dois pontos percentuais até o
primeiro trimestre de 2004 – é o da elevação praticamente contínua durante mais de seis anos,
até o nível recorde de 46,2% do último dado disponível. Para que não reste dúvida: o
contraste é entre uma perda de 11 pontos percentuais do PIB e um ganho de mais de 20 pp.
22 outubro 2010

A Democratização do Acesso ao Ensino Superior no Governo Lula

O Ministro Fernando Haddad faz um balanço dos avanços no Ensino Superior nos últimos 8 anos, tanto no sistema federal público quanto no sistema privado.

 

Do Blog do Planalto

 

É possível afirmar que o Reuni, o ProUni, os institutos técnicos federais, a Universidade Aberta do Brasil e o Fies são os cinco programas de democratização do acesso que garantem a todos os brasileiros que concluem o ensino médio a possibilidade de ingressar em uma instituição de ensino superior, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na cerimônia de lançamento do Fundo de Garantia do Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e abertura de renegociação dos contratos vigentes, realizada quarta-feira (20/10), em Brasília (DF).

Agora só não vai estudar quem não quiser. O que o seu governo, Presidente, está legando ao País é a possibilidade concreta, real, de nós atingirmos a marca de 10 milhões de universitários no Brasil no próximo período. Eu penso que no capítulo Educação Superior, cumprimos todo o programa de governo sem pular nenhuma linha. Nós não pulamos nenhuma linha nos programas de 2002 e de 2006.

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